Na mídia

O prefeito João Dória restringe Carnaval de rua na Praça Roosevelt

Blocos de Carnaval não poderão mais se concentrar nem dispersar na Praça Roosevelt, segundo portaria publicada ontem no Diário Oficial. Finalmente, os moradores terão respeitado o seu direito ao descanso.

Diz a presidente da Associação de Moradores e Amigos do Bairro da Consolação e Adjacências (AMACON), Marta Lilia Porta: “ficamos sem poder usar transporte público, receber visitas, sem poder chamar os bombeiros se houver emergência –sem contar a poluição sonora”. “Pensam que aqui não mora ninguém?”

  • 07/02/2017
  • Folha de São Paulo
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AMACON e MDCC acionam o Ministério Público com respeito à administração do Cemitério da Consolação

Um ano após o SFMSP (Serviço Funerário Municipal) fechar um convênio no valor de R$ 1,3 milhão com a Fundação São Paulo, mantenedora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), e já ter pago à instituição R$ 795 mil para levantamento do acervo de arte tumular do Cemitério Consolação, no Centro, e  de inovação do modelo de gestão e de atendimento do próprio serviço, a mais famosa necrópole da capital segue completamente abandonada.

Além de cercas de arame farpado arrancadas e casos de túmulos violados neste ano, há constantes furtos de placas de bronze, de estátuas e portas do mesmo material com mais de 200 quilos.

A situação é tão crítica que a AMACON (Associação dos Moradores e Amigos do Bairro da Consolação e Adjacências) e o MDCC (Movimento em Defesa do Cemitério da Consolação) acionaram Ministério Público Estadual pedindo providências, como a instalação de câmeras em toda sua área e guaritas permanentes da Guarda Civil Metropolitana nas duas entradas, além  da responsabilização do prefeito Fernando Haddad (PT) e da superintendência do SFM  pela situação.

A promotora substituta do Meio Ambiente da capital, Lilian Fruet, acompanhará os autores da representação e concessionários de túmulos em um visita no local para constatar os problemas.

  • 22/07/2016
  • Diário de São Paulo
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AMACON comenta o Dia Mundial do Skate na Praça Roosevelt

A Folha de SP publicou, na seção “Painel do Leitor”, o comentário da AMACON a respeito do evento Skate Day, ocorrido em 26 de junho, na Praça Roosevelt.

A AMACON considera que a Praça Roosevelt deve ser muito mais que “um reduto de praticantes do esporte”, como sempre foi – um local para todos os frequentadores – os moradores, estudantes e trabalhadores da região, e não apenas skatistas. O evento em questão, aparentemente autorizado pela Subprefeitura Sé, ocupou toda a área da Praça, quando a mesma conta com área específica para a prática do esporte, e quando há uma Portaria, publicada no Diário Oficial pelo Subprefeito da Sé na época, sr. Alcides Amazonas, em 29 de maio de 2015, que regulamenta quais áreas da Praça deverão e poderão ser usadas e para quais fins. Ontem, se alguém se atrevesse a atravessar a Praça a pé, há grandes probabilidades de que tivesse sofrido um acidente.

Ninguém é contra a prática deste ou daquele esporte. Mas, se o dia foi lindo para os skatistas e os defensores da ‘ocupação do espaço público’, por outro lado não se pode deixar milhares de moradores vizinhos imediatos da Praça e das ruas vizinhas à mercê, por horas a fio, do volume absurdo do som desse evento, em pleno domingo – dia em que a maioria talvez quisesse descansar, ver TV, ou ouvir música, mas certamente haveria muitos estudando e até trabalhando – e os moradores se trancaram em suas casas ou foram passar algumas horas em outro local.

Não se limitando à pista de skate, os skatistas já destruíram os quiosques de vidro, os corrimãos, as escadas, as (poucas) instalações para acessibilidade, as placas de piso táctil, e até mesmo as madeiras dos bancos. Esses danos são dinheiro nosso, dos nossos impostos, do nosso trabalho, desperdiçado nessa Praça, que está longe, ainda, de ser o que foi prometido, quando de sua inauguração – e do que nos foi prometido durante os dois últimos anos em diversas reuniões.

A própria Folha de São Paulo publicou fotos que mostram os skatistas descendo a rua da Consolação, ocupando todas as faixas, inclusive a de ônibus! Quando não passavam pela calçada ou pela ilha, atropelando pedestres. Correndo riscos e colocando outras pessoas em risco. Onde estava a CET nessa hora?

Faltou organização, faltou a presença da CET, da GCM; faltou previsão com respeito ao número de participantes; e, acima de tudo, faltou respeito aos moradores e à Portaria da própria Subprefeitura. Faltou, como sempre, uma política razoável de ocupação do espaço público, com cidadania, com civilidade, com respeito aos direitos de todos.

 

  • 29/06/2016
  • Folha de São Paulo
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Carta aberta da AMACON sobre a devolução do Parque Augusta à Prefeitura

Em 3 de maio, o Fórum dos leitores do Estadão publicou, pela internet, a carta aberta enviada pela AMACON, a respeito das notícias veiculadas no fim de semana a respeito da devolução do Parque Augusta à Prefeitura, por solicitação do Promotor Silvio Marques.

Esta é a íntegra do texto enviado pela AMACON:

A Associação dos Moradores e Amigos do Bairro da Consolação e Adjacências (AMACON) recebeu com perplexidade a notícia veiculada pelos principais veículos de comunicação durante o último fim de semana, segundo a qual a Justiça teria determinado que as construtoras (proprietárias do terreno) devolvessem à cidade a área conhecida como Parque Augusta, acatando solicitação do promotor Silvio Marques.

Agora estamos diante de um fato novo e preocupante capitaneado por um promotor público. É um contrassenso total destinar essa área a um parque público, uma vez que a própria imprensa já noticiou, por diversas ocasiões, as dificuldades que a Prefeitura de São Paulo enfrenta para manter os parques públicos. A respeito do descaso da Prefeitura com os parques municipais, citamos alguns exemplos de manchetes recentes na mídia impressa:

Jornal “Agora”, 11 de janeiro de 2016 (“Falta segurança em parques municipais da Grande SP”);

“O Estado de S. Paulo”, 31 de janeiro de 2016 (“Haddad reduz segurança privada em parques”);

“Folha de S.Paulo”, 20 de abril de 2016 (“Parques de Haddad têm equipe mínima de limpeza e acúmulo de lixo”).

O sistema de “autogestão” defendido pelos grupos de ativistas transformará a área em uma nova Roosevelt e cujos conflitos com os moradores, com perturbação da paz e do sossego e empecilhos à livre circulação das pessoas, também são “velhos” conhecidos da imprensa.

Acompanhamos o assunto há muito tempo e tivemos acesso ao projeto dos proprietários do terreno, que é público e pode ser consultado por qualquer pessoa. São, no mínimo, mentirosas as informações veiculadas de que os construtores querem “construir prédios no lugar do parque”. O projeto, aprovado por unanimidade pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP) e que está em tramitação por outros órgãos municipais, prevê a implantação imediata do parque na área em que há árvores e sua entrega à população, e a construção de um conjunto de edifícios na parte do terreno ao lado em que não existem árvores. Esses edifícios, aliás, serão os responsáveis pela manutenção, segurança e limpeza do parque, sem qualquer custo para a Prefeitura.

Infelizmente, a intervenção constante de grupos de ativistas, que não representam a maioria dos moradores do entorno, tem sido um obstáculo constante que só retarda uma solução para o problema.

A AMACON não tem nenhum interesse em defender as construtoras. O que queremos, como legítimos representantes dos moradores da região, é ter um parque com a infraestrutura necessária na área do bosque tombado pelo patrimônio, que será aplainada e preparada para a fruição das pessoas, com trilhas seguras e sem obstáculos. As construções que restam do antigo Colégio Des Oiseaux – absurdamente depredadas e destruídas por invasões desses mesmos grupos de ativistas que dizem protegê-las – serão restauradas. E o condomínio de edifícios que será construído na parte do terreno onde não há – e jamais houve – bosque se responsabilizará permanentemente pela manutenção do parque.

Ou seja, uma solução vantajosa para todos.

Há tantas outras áreas na cidade carentes de espaços verdes. O Parque Augusta, no entanto, acabou se tornando uma fogueira de vaidades, em que cada qual olha apenas para o próprio umbigo ou sua imagem no espelho, e quer apenas fazer prevalecer a sua opinião, sem levar em conta os recursos do município e suas muitas necessidades mais urgentes, como a construção de creches, obras contra enchentes, etc.

A AMACON insiste em que deve imperar o bom senso e a destinação adequada e consciente dos recursos do poder público, e defende a parceria entre o poder público e a iniciativa privada. Chega de conversas inúteis e ações dispendiosas, chega de demora e, principalmente, chega de mentiras e distorções dos fatos. Mais uma ação na Justiça entra em análise e novamente a implantação do Parque Augusta é adiada! A população de São Paulo merece o Parque Augusta e a maneira mais sensata e imediata de implantá-lo é mediante o projeto em tramitação na Prefeitura!

  • 04/05/2016
  • Estadão
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VEJA SP conversa com a AMACON sobre o Viaduto Dr. Plínio de Queiroz

A presidente da AMACON e do CONSEG Consolação falou à Veja SP a respeito da proibição do tráfego de automóveis pelo Viaduto Dr. Plínio de Queiroz, e os consequentes transtornos para o trânsito na Avenida 9 de Julho e vias próximas. A revogação dessa proibição é uma bandeira da AMACON.,

  • 24/04/2016
  • Veja São Paulo
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